Objetivo:

A minha missão, e é assim que eu encaro esse trabalho, é de apenas divulgar a boa e bela música! Pois é inconcebível deixar as pessoas sem conhecer o verdadeiro Rock. Não consigo imaginar alguém nascer, crescer, viver e morrer sem ouvir pelo menos a metade do conteúdo deste Blog. É uma tortura para meu ser pensar que isso possa acontecer! Quero também deixar muito claro que não pratico pirataria. Os links expiram em 60 dias e sabemos, como bons apreciadores, que um mp3 tem péssima qualidade. Porém, não existe nada melhor do que achar um som na internet, baixar, se deliciar e depois comprar o original, com encartes, um som puro e perfeito! Preservando assim os direitos autorais dos artistas que as produziram!

Desejo a todos uma viagem sonora cheia de delícias musicais!

CLAUDIOTULL

terça-feira, junho 03, 2008


ANTHOLOGY - 2005









FACE DOWN IN THE BLUES - 1998



THE CAPRICORN YEARS - 1994







SOUTHERN SPIRIT - 1990



JUST US - 1983



GREETINGS FROM SOUTH CAROLINA - 1983


segunda-feira, junho 02, 2008


TURCKERIZE - 1982



DEDICATED - 1981



TENTH - 1980



RUNNING LIKE THE WIND - 1979





TOGETHER FOREVER - 1978




CAROLINA DREAMS - 1977
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LONG HARD RIDE - 1976




SEARCHIN FOR A RAINBOW - 1975

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A NEW LIFE - 1974


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sexta-feira, maio 30, 2008

1º do MARSHALL - 1973

The Marshall Tucker Band é uma banda que transcede o Southern Rock, uma banda que nasceu nas planícies Norte-Americanas montada a cavalo e que nos dias de hoje cai muito bem rasgando as mesmas planícies montado em um possante cavalo de aço. Música que quando se escuta dá vontade de mandar tudo pro inferno e rasgar o asfalto... hehehe (coisa que já fiz algumas vezes hahaha). À partir de segunda dia 2 de junho de 2008 eu estarei disponibilizando algumas pérolas do marshall Tucker Band para a galera!! espero que gostem!! Eu me sinto honrado em começar essa labuta com uma banda desse calibre, gostaria de agradecer ao meu amigo Edson d'Aquino do blog gravetos-berlotas de onde já baixei muitas pérolas e tive uma recepção de brother com toda acessoria possível para chegar onde estou, valeu velho berlotas.
Taí um Clássico do Marshal indispensável, para ouvir todo dia bem alto!!!!

terça-feira, fevereiro 12, 2008
















Do Underground ao fascínio das grandes turnês - uma breve história do Hard Rock Setentista

Assim como acontece com todos os Profetas, Filósofos, Divindades, Reis e Fenômenos da humanidade, é difícil precisar a data ou o momento exato em que surge um determinado movimento artístico-cultural ou contra-cultural se lhes perece melhor. Mais dias, menos dias, ele mostra sua cara ao mundo e rompe com todas as leis e paradoxos puritanos. A raiz do hard-rock está diretamente envolvida com o próprio desenvolvimento do rock em sua vertente mais rebelde, suja e transgressora - dos riffs blueseiros turbinados de Chuck Berry à insanidade dos gritos de Little Richard e a energia da performance de Jerry Lee Lewis, que segundo a lenda uniu-se a mão branca do rock’n roll com a mão negra do blues (Lewis fugia de casa para ir aos clubes freqüentados por bluesmans, e ficava olhando pela janela, sendo várias vezes convidadas para tocar a quatro mãos com a galera do blues, daí a união das mãos brancas e negras). Nos anos 60 o som que duelava na preferência da juventude britânica, os rapazes comportados, os Beatles era mergulhado no underground da lama do blues americano – Rolling Stones, Yardbirds, Animals, Kinks e The Who. Estes foram os precursores do hard que se desenvolveu a partir da segunda metade dos anos 60. Seu som era bem mais agressivo, ousado e chocante do que o som da maioria das bandas que embarcaram na Beatlemania... A fórmula era basicamente a mesma – injetar anfetamina no blues e rhytm n’ blues, acelerá-lo, distorcê-lo, estrangulá-lo, jogar quilos de microfonia e gritos deixando meninos e meninas estarrecidos e pais pra lá de preocupados... Nessa efervescência, acredito que o maior destaque foram os Yardbirds. Em princípio, foi um dos maiores expoentes da geração dos puristas do blues, quando ainda contavam com Eric Clapton; depois, com Jeff Beck e Jimmy Page, começaram a expandir as fronteiras, inserindo peso e psicodelia naquela massa sonora. Além de tudo, foi o berço de três dos guitarristas mais influentes da história de todo o rock. Em 1966, surge um grande divisor de águas nessa história com a união de três músicos já tarimbados do cenário inglês – o Cream. Amplificando todas as fórmulas da moçada mais ousada da Inglaterra daqueles tempos, o Cream uniu virtuosismo, senso improvisador e liberdade de criação num caldeirão que deixou todo mundo bem chapado naqueles tempos. Aceso o pavil, explodiu outro fenômeno – um guitarrista norte-americano canhoto, autodidata e bem doidão veio para a Inglaterra apadrinhado e formou a Jimi Hendrix Experience. Daí a coisa estourou mesmo – o som daqueles dias era ácido, pesado, experimental, virtuoso, inovador... Estava nascendo o hard-rock, um som calcado no blues, porém antropofagicamente transformado pela criatividade daquela geração que utilizou toda a tecnologia que se desenvolvia na época para fazer o som de suas bandas chegarem mais longe. Nos EUA, eclodia também o movimento flower-power e o som psicodélico. Não parecia haver fronteiras para as combinações entre o novo som e o velho blues – quase todo mundo embarcou nessa viagem e quem não embarcou, ficou no limo da história. A partir daí, entre 1967 e 1968, surgiram o Blue Cheer, (que levou a psicodelia aos extremos com sua estréia Vincepbus Eruptum), o Steppenwolf (com o hino do hard, Born to be Wild) o Ten Years After (e o prodigioso guitarrista Alvin Lee), Taste (de Rory Gallagher), Canned Heat (que tiveram como professores nada mais nada menos que John Lee Hooker e Memphis Slim), Savoy Brown, Jeff Beck Group, MC5, Stooges (ampliando o som psicodélico das garagens norte-americanas) e vários outros nomes que foram cruzando a psicodelia e a inovação com o blues, tanto na sonoridade quanto nos temas. A partir de 1969, pode se dizer que o estilo já estava consolidado, com diversos trabalhos de muito peso das citadas bandas e de outras como o Mountain de Leslie West, James Gang, Grand Funk Railroad, Edgar Broughton Band, Writing on the Wall, Groundhogs, Free, Cactus e muito etc. por aí. O que fazia a cabeça da moçada na virada dos anos 60 para os 70 era o som pesado – e toda a situação do momento favorecia isso: Guerra do Vietnã, as manifestações estudantis, os golpes militares na América Latina, o assassinato de Martin Luther King, etc. O som parecia ser o pano de fundo para o todo aquele contexto conturbado, acrescido da desilusão com o ideal hippie e a alienação pelo uso de drogas. Com o advento dos anos 70, a coisa ficou progressivamente mais pesada, agregando novas influências – Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple foram os grandes marcos do som da nova década e influenciaram uma gama imensa de jovens por todo o mundo. O nascente rock progressivo também foi influente numa fusão entre o som pesado e as novas sonoridades, coisa que aconteceu muito forte na Europa. Ao prosseguir da década, dezenas e dezenas de bandas surgiram e sumiram com velocidade de foguete no cenário art rock, nos mais diversos países no mundo. O underground engoliu muitos jovens talentos que não tiveram a manha de lidar com o mainstream e nem tiveram um pingo de sorte com gravadoras e empresários. Por conta disso, bandas fantásticas e extremamente promissoras que ficaram somente na estréia. A industrialização da música (e do rock conseqüentemente) avançou, capitalizando todo o movimento e direcionando-o por caminhos mais previsíveis no decorrer da década, especialmente visando competir com o punk-rock e a disco music, movimentos que deixaram o hard bem menor em termos de popularidade. Claro que houve muitas honrosas bandas que não se deixaram levar pelos apelos escandalosos do mercado e mantiveram firmes seus princípios, se baseando no blues ou mesmo na busca de novos caminhos, caminhos esses que foram levando o hard até o heavy-metal, com a chamada “New Wave of British Heavy Metal”. Mas aí chegamos aos anos 80, então é melhor ficar e parar por aqui hehehe.

terça-feira, novembro 13, 2007

EXPRESSÕES DO BLUES:


O blues sempre fez uso de diversas gíras e expressões em suas letras. Muitas vezes as pessoas fazem a tradução literal das palavras, alterando assim o conteúdo e a mensagem escrita na canção. Listo a seguir diversas expressões contidas nas letras de blues, desde os primórdios:
Alcorub: Significa esfregar álcool para amenizar dores musculares e ósseas. Além disso, era também utilizado para inalar, uma forma para ficar "doidão". Sua inalação não era aconselhável. Era barata, fácil de ser obtida e mesmo sendo um veneno acumulativo, algumas pessoas desesperadas por álcool fizeram uso, sofrendo efeitos adversos.

Back door man ou friend: Era o amante de uma mulher casada que fugia pela porta de trás da casa quando o marido chegava.

Balling the jack: Era um termo muito utilizado no início do século XX na América pelos ferroviários, e significa "correr em alta velocidade". "Jack" = locomotiva e "Balling" = trabalhar rápido. Mais tarde esta expressão ganhou outros significados, como "fazer sexo", "dançar, divertir-se". "Ball and the Jack" também era um movimento de dança nos anos 40.

Barrelhouse: Refere-se a uma bebida muito barata e a um estabelecimento de dança. O termo "barrel house" origina-se do lugar onde barris de bebidas alcoólicas poderiam ser encontradas. O significado do termo veio a mudar mais tarde, referindo-se a um tipo rústico de estilo musical que provinha destes estabelecimentos.

Biscuit: Uma desejável jovem garota era chamada de "biscuit" e uma boa amante era chamada de "biscuit roller".

Black cat bone: Parte da magia negra para trazer um amor difícil. Todo gato preto traz consigo um osso que irá garantir a seu possuidor invisibilidade ou poderá ser usado para trazer de volta um amor perdido. Para assegurar-se deste osso, um gato preto deve ser jogado vivo dentro de um caldeirão de água fervendo à meia-noite. O animal morre em agonia e o praticante ferve a carcaça até que a carne se solte dos ossos. Uma vez achado, o osso do gato preto é carregado em uma sacola mágica e untado com óleo Van Van para trazer de volta o amor perdido. O óleo ou a gordura do gato é engarrafada para ser usada como vela e para afastar invejosos.

Boogie chillun: "Chillun" é simplesmente uma pronuncia sulista para a palavra "children" (criança). A palavra "boogie" possui vários significados: "mover-se rapidamente", "dançar (rock)", e "festejar".

Canned heat: Uma bebida letal obtida através da extração de álcool que era vendido como combustível para cozinhar fora de casa. Poderia ser comprada de comerciantes que fizeram muito dinheiro com este processo. Uma bebida similar poderia ser obtida após filtrar álcool contaminado de determinadas marcas de polimento para sapatos.

Captain: Capitão de uma prisão.

Casey Jones: Engenheiro de locomotivas que tornou-se um herói e uma figura popular no final do século XIX.

Cold in hand: Significa estar sem dinheiro.

Crepe(r): Uma mulher em questão colocaria um crepe(r) em sua porta para declarar a morte de seus sentimentos por um homem.

Doney/doe: Uma mulher sem caráter (uma gíria que não é mais utilizada hoje em dia).

Dry long so: A frase é uma discrição dialética de "ser pobre".

Dust my broom: Provavelmente significa "estar prestes a ir embora".

Eagle rock: Uma das mais populares danças dos anos 20, assim como "Ball the Jack".

Easy rider: Também conhecido como cc rider ou see see rider, é uma metáfora de blues para um parceiro sexual. Originalmente ele referia-se à guitarra pendurada nas costas do bluesman enquanto viajava. A palavra "easy" tem diferentes significados para homens e mulheres: aplicada à uma mulher, é uma expressão de admiração, mas aplicada à um homem, este geralmente carrega o significado de uma pessoa infiel e desonesta.

Faror: Um sinônimo do Mississippi blues para "namorada". "Faror" é uma gíria sulista para "fair one" (fiel).

Georgia Crawl: Poderia ser uma dança originada na Georgia, provavelmente menos sexy doque outras danças do blues.

Goofer/goofy dust: É uma terra bem porosa, tipo pó, que era colhida de um túmulo preferivelmente de uma criança. Esse pó era colocado em cima do travesseiro da vítima, em volta de sua casa ou em suas roupas, de maneira a jogar o encantamento na vítima ou trazer a morte (magia negra).

High yeller: Uma pessoa negra que possuía traços finos.

Hobo: Fugitivo que se escondia em um trem de carga. Quando não havia comida suficiente numa fazenda para alimentar a todos, os jovens alcançavam as trilhas esperando encontrar algum trabalho ao longo do caminho.

Hokum: Um subgênero de "Urban Blues", que era muito popular no final dos anos 20 e início dos anos 30. É caracterizado por ritmos bem dançantes e letras inteligentes.

Honey dripper: Metáfora para amante.

Hoodoo: Hoodoo é a mesma coisa que Voodoo. Prática de magia originada na África e desenvolvida mais tarde principalmente no sul dos EUA. Os negros preferem utilizar a palavra Hoodoo ao invés de Voodoo.

Hot foot powder: Hot Food Powder e Hot Foot Oil são fórmulas de voodoo utilizadas para afastar pessoas que não são bem vindas a sua casa. Traz paz ao lar.

Jelly roll: é literalmente uma geléia usada em alguns tipos de bolos/tortas. No blues é uma metáfora para genitais femininos. Os termos culinários no blues são bastante comuns.

Jinx: Alguém que traz muito azar.

Jitterbug(gin): Jitterbug era uma dança muito popular nos anos 40. Pode ser também estado de pânico ou nervosismo.

Jivin: Jive é uma gíria sulista para "contar mentiras". Jive tambem é um estilo de Jazz dos anos 30, menos complexo que estilos posteriores. "Jivin" = dançando o Jive.

Juju: Um feitiço, assim como Mojo.Mojo: Feitiço usado em casos amorosos ou contra alguém. Poderes mágicos. Acredita-se que o termo em Inglês "magic" sofreu alterações ao longo dos anos, transformando-se em "mojo".

Monkey: Desejo desesperado por drogas. "Monkey on ones back" significa um problema grande e persistente. Pode também ser considerado como genital masculino/feminino.

Monkey man: Gíria afro-americana para negros. É também conhecido como um "amor de fora" (amante) - assim como "back door man".

Moonshine: Whiskey vendido ilegalmente. Começou a fazer parte da história americana no início da Guerra Civil. O whiskey e o tabaco foram taxados com o intuito de arrecadar fundos para sustentar o exército. Com o final da guerra, as taxas continuaram em vigor, assim, moonshiners (produtores do whiskey ilegal) foram caçados. A estimativa do governo americano é de que naquela época foram vendidos entre 5 a 10 bilhões de galões de bebida ilegal (1 galão na América corresponde a aproximadamente 3,7 litros). Moonshiners tornaram-se populares principalmente no sul dos EUA, como Tennessee, norte da Georgia, Carolina do Norte e do Sul e Virginia.(Mr.)

Charlie: Homem branco ou pessoas brancas em geral. Variações: Charlie, Boss Charlie. Além disso, mr. Charlie é provavelmente gíria de prisão para "guarda".

Policy game: Jogo de combinação de números.

Rambling: Divagar, caminhar sem destino.

Revenue man: Oficiais do governo encarregados de procurar destilarias ilegais durante a Lei Seca. Outra possibilidade seria de um homem cobrador de impostos, taxas, etc.

Rider: Uma namorada ou amante.

Riding the blinds: Viajantes ilegais que se escondiam nos trens, entre as bagagens.

Roadhouse: Bares situados geralmente fora dos limites da cidade, que forneciam bebidas, refeições, danças e música.

Roll: O termo "roll" significa ser roubado/passado para trás, por um cafetão. O termo "roller" significaria o próprio cafetão.

Rounder: Um canalha, capaz de roubar sua mulher.

Salty dog: Parceiro(a) sexual
ARTIGO RETIRADO DO SITE DE CLAUDIO OLIVEIRA
NO VIDEO: WILLIE DIXON SITTIN' AND CRYIN' THE BLUES BY CLAUDIOTULL ESTÁ TODA A MAGIA DESTE MUNDO BLUES, VEJAM !!

quarta-feira, novembro 07, 2007











Blackfoot um pouco da história:


Tudo começou no ano de 1969 em Jacksonville, quando duas bandas, Fresh Garbage e Tangerine, fundiram-se para formar a Hammer, de curtíssima duração. Rickey Medlocke, cujo pai era músico e compositor de country e blues, foi convidado a tocar bateria ????? heheheh no, ainda iniciante, Lynyrd Skynyrd, participou das lendárias e seminais sessões de Muscle Shoals e ficou na banda por 2 anos. Em 72, saiu para formar o Blackfoot, já como frontman, assumindo os vocais e a principal guitarra, com os amigos de infância Jackson Spires, Charles Hargret e Lenny Stadler. Após um ano tocando por toda Carolina do Norte, com Greg T. Walker em substituição a Stadler, decidem mudar-se para New Jersey em busca de oportunidades. Gravaram seu primeiro disco em 1975 e, até 1978, conseguiram um sucesso apenas regional. Somente em 1979, com o álbum ‘Strikes’, tornaram-se de fato uma banda de sucesso. Mesmo assim, em 1984, divergências internas levaram à dissolução da banda; contudo, Rickey, confiante de seu potencial, comprou o nome Blackfoot e, a partir de então, a banda manteve-se com diversos line-ups mas sempre sob as rédeas de Rickey. Somente em 1994 voltaram a gravar, agora com Stet Howland, ex-WASP, na bateria, Mark Worpel na guitarra e Tim Stunsom no baixo. Já em 1996, Rick altera novamente o line-up convocando John Howsley, guitarra e Bryce Barnes, baixo. Com essa formação gravaram mais dois álbuns e excursionaram incessantemente. Atualmente, o Blackfoot está de molho e Rickey Medlocke, como o mundo dá muitas voltas, né mesmo? É um dos guitarristas do Lynyrd Skynyrd.

"Rick é um dos melhores guitarristas/cantores/compositores/bateristas com quem já tive a honra de tocar. Eu o amo como a um irmão, além de ser um dos melhores amigos que sequer sonhei um dia ter. Então, eu acho que saio ganhando, pois vocês só poderão ouví-lo."
Gary Rossington (Lynyrd Skynyrd)
Texto maravilhosamente escrito pelo meu amigo "Edson d'Aquino do blog gravetos-berlotas"
VEJAM O VIDEO QUE EDITEI BLACKFOOT - BY CLAUDIOTULL A música é White Man's Land do albúm Siogo

terça-feira, setembro 04, 2007

Jacek Yerka-Ilustração Surrealista
Concordando ou não o autor com essa classificação, se tivéssemos de optar por uma das etiquetas disponíveis na Arte, a Jacek Yerka colaríamos a de «surrealista». Mas não o surrealismo inspirado em Salvador Dalí, bastardia de que sofreram (e sofrem) muitos autores que se seguiram ao "mestre" catalão. As fontes onde Yerka foi beber são mais remotas, notando-se no grosso da sua obra um maior contributo pessoal na reinterpretação dessas influências do que se se tivesse limitado a dar uma mexidela num surrealismo requentado, qual roupa-velha confeccionada à base de restos de Dalí e Marx Ernst do jantar da véspera.Concedido: nas pinturas deste artista polaco reconhece-se por vezes uma certa intertextualidade com renomados autores do século XX, particularmente com René Magritte (Ian Anderson do Jethro Tull cita René Magritte em uma de suas músicas, no LP Too Old to Rock'n Roll: Too Young to Die, a música se chama, From a Dead Beat to an Old Greaser e inclusive ele também cita Jack Kerouac.) e M. C. Escher (nas perspectivas autocontraditórias). Mas o contributos destes é pouco relevante quando comparado com o dos mestres flamengos dos séculos XIV-XVI, como Jan van Eyck, Hugo ver der Goes ou Peter Brueghel, o Velho. A arquitectura, as paisagens, a luz que Yerka passa para a tela poderiam evocar uma Flandres de antanho, mas não fossilizada, antes reinterpretada.Era isto que tínhamos preparado para dizer sobre Yerka. Mas as imagens que ele nos enviou para este portefólio não são particularmente ilustrativas desse aspecto — não foi, claramente, o desejo de se enquadrar nos nossos pré-conceitos que ditou a selecção do autor. Não havendo tempo para reformular a tese, feche-se a edição. Por nós, vamos descobrir este Yerka que, em grande parte, desconhecíamos. FGÉ autor de dois dos mais populares livros de arte da actualidade: Mind Fields (onde as suas pinturas são acompanhadas por contos breves de Harlan Ellison, renomado autor americano de literatura fantástica) e The Fantastic Art of Jacek Yerka. Em 1995 foi agraciado com o World Fantasy Award de melhor artista. Nasceu em 1952 no Norte da Polónia.
Do Blog Português: "O Século Prodigioso de JG" com adaptação de CLAUDIOTULL
Contemple seus sonhos do passado. Tenha uma visão de seus sonhos no futuro. Na vida tudo é passageiro, menos os pensamentos. Eles criam asas e voam no infinito de nossas mentes e estão sempre em conflito com o real e o surreal. Você não pode definir em qual dimensão seu espírito está e nem em que encarnação. Tudo é apenas o infinito do teu coração que vê as coisas com amor ou sentimento e com profunda violência ou pobreza. Sem saber o que é real só se tem noção de uma coisa, todos nos fazemos parte desse mapa astral vagando sem rumo no cosmo, como estrelas em combustão que um dia se apagam, mas deixam seu DNA no universo a propagar...


CLAUDIOTULL